Problemas com seu plano de saúde?
Existem soluções.

Resolva seu caso com apoio de especialistas em Direito da Saúde.

Não aceite abusos: há uma solução jurídica para o seu caso.

ADVOGADO DE PLANO DE SAÚDE

Teve problemas com seu plano de saúde? Você tem direitos!

Saiba como reverter negativas do plano de saúde e garantir atendimento

Plano negou cobertura

Muitas vezes a operadora recusa custear exames, terapias ou procedimentos mesmo com prescrição médica. Isso fere o direito do consumidor, já que o plano deve garantir tratamento adequado ao paciente.

Cirurgia Negada

Mesmo quando o médico indica, é comum o plano negar cirurgias alegando exclusão contratual ou ausência no rol da ANS. O entendimento majoritário é de que a prescrição médica deve prevalecer.

Medicamento de Alto Custo

Planos costumam negar remédios caros, de uso contínuo ou domiciliar.

Mesmo assim, a Justiça tem garantido o fornecimento, inclusive para medicamentos fora da lista da ANS (uso off-label).

Carência e Negativa do Plano

Planos não podem negar urgência e emergência alegando carência. Esse tipo de negativa é abusiva e pode ser questionada judicialmente.

Próteses, Órteses, Stents e Válvulas

Materiais essenciais para a cirurgia, como próteses ou stents, muitas vezes são excluídos da cobertura. A Justiça entende que, se o procedimento é coberto, o material também deve ser.

Terapia ABA

No caso de crianças com TEA (autismo), planos frequentemente negam a cobertura de terapias multidisciplinares, como ABA. Hoje já há inúmeras decisões obrigando a cobertura integral e ilimitada.

Plano negou cobertura?
Cirurgia negada?
Aumento abusivo?
Tratamento negado para seu filho?


Resolva com segurança

Conheça seus Direitos e Saiba Como Agir

Identifique o Problema

Se o seu plano foi cancelado indevidamente, se sofreu aumentos abusivos, se teve atendimento negado em urgências ou emergências, ou se sofreu prejuízos por negativas indevidas, você tem direito à reativação do plano, à revisão de reajustes e à indenização por danos morais e materiais.

Reuna Evidências

Guarde:
– Contrato do plano de saúde;
– Extratos que mostrem os reajustes mensais ao longo dos anos;
– Comprovantes de pagamento das mensalidades;
– Documentos de negativas de cobertura (e-mails, cartas, protocolos);
– Receitas médicas, pedidos de exames e relatórios que comprovem a necessidade do tratamento.

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Entre com a Ação

O consumidor tem direito de recorrer à Justiça para garantir que seu plano de saúde cumpra as obrigações previstas em contrato e na lei. É possível solicitar liminar para obter atendimento imediato, evitando atrasos que podem comprometer o tratamento. Além disso, é possível buscar indenização por danos materiais e morais causados pelo descumprimento do plano, garantindo proteção e segurança ao paciente.

INDENIZAÇÃO

Não aceite desculpas vagas do seu plano.

Se seu exame, consulta ou cirurgia foi recusado, ou seu plano foi cancelado indevidamente, sofreu aumento abusivo, a Justiça garante o seu direito ao atendimento e à indenização.

Garanta seu direito à cobertura e à indenização.

DÚVIDAS FREQUENTES

São planos contratados através de associações ou sindicatos de fachada, mas vendidos como se fossem coletivos.

Na prática, funcionam como planos individuais disfarçados, mas sem a proteção da ANS.

Representam hoje a maior parte do mercado de novos planos de saúde.

Não seguem os limites da ANS: enquanto o reajuste de planos individuais tem teto anual, os coletivos podem ter aumentos livres.

Operadoras aplicam reajustes muito acima da média (20%, 30%, até 70% em um ano).

Como o contrato é coletivo, as empresas alegam “livre negociação”, mas o consumidor não tem poder real para negociar.

O consumidor é levado a acreditar que terá vantagens, mas entra em um grupo artificial, sem vínculo real com sindicato/associação.

Esses grupos existem apenas para driblar o controle da ANS.

Resultado: prejuízo direto ao consumidor.

Aumento inesperado: a mensalidade sobe muito acima da inflação ou do índice da ANS.

Insegurança: o cliente não sabe quanto vai pagar no ano seguinte.

Cancelamentos forçados: muitas famílias precisam abandonar o plano porque ele se torna impagável.

Judicialização: milhares de ações questionando esses aumentos abusivos.

Idosos: reajuste abusivo por idade.

Planos coletivos por adesão: aumentos sem controle direto da ANS.

Famílias: contratos com várias vidas impactados ao mesmo tempo.

Cliente paga R$ 800,00 → no ano seguinte, reajuste para R$ 1.300,00.

Idoso com 60+ anos sofre reajuste acumulado de 80% em 2 anos.

Famílias inteiras ficam sem cobertura após rescisão unilateral pela operadora.

Muitos tribunais reconhecem que o reajuste precisa ser justificado com planilhas de custos (sinistralidade).

Se não houver transparência, os juízes reduzem o índice para algo próximo do autorizado pela ANS.

Em casos extremos, consumidores conseguem restituição dos valores pagos a mais.

Por faixa etária: ocorre quando o cliente envelhece, especialmente aos 59 anos — momento em que os aumentos costumam ser muito elevados.

Por sinistralidade (planos coletivos): aumento alegando que o grupo “usou muito o plano”.

Anual da ANS: percentual definido pela agência para planos individuais/familiares.

Quando ultrapassa o índice da ANS (planos individuais).

Quando o reajuste é muito acima da média do mercado e sem justificativa plausível (planos coletivos).

Quando compromete a capacidade de pagamento do consumidor de forma desproporcional.

Solicitar revisão judicial para reduzir o valor.

Pedir devolução dos valores pagos a mais.

Em alguns casos, obter liminar para suspender o reajuste imediatamente.

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